"A nível internacional, Marrocos reafirma a sua cooperação honesta e leal com a Organização das Nações Unidas, o seu Secretário-Geral e o representante pessoal do responsável da ONU, para ajudar a encontrar uma solução política consensual, recolhendo a adesão séria de todas as partes efectivamente envolvidas no conflito", escreve o jornal costa-marfinense "Le Patriote".
O Reino de Marrocos não fecha as portas a uma solução negociada para a questão do Sara. Já há vários anos que o Rei Mohamed VI e o seu governo multiplicam as iniciativas para responder de maneira construtiva aos apelos da ONU.
Em 6 de Novembro de 2006, no seu discurso, o Soberano reafirmou por esta abordagem, a vontade do Reino de integrar a proposta de autonomia num projecto global de uma sociedade democrática e moderna. Trata-se de um compromisso que foi reiterado várias vezes por Mohamed VI, após uma consulta geral na qual participaram os partidos políticos.
Instaurado em 25 de Março de 2006, o Conselho Real Consultivo para os Assuntos Sarianos (CORCAS), composto de 140 individualidades, tem por missão de dar o seu parecer sobre todas as questões relativas ao futuro da região. É um órgão federativo de todas as sensibilidades.
Na abertura da sua segunda sessão, cujos trabalhos se desenrolaram até ao dia 5 de Dezembro passado, o CORCAS desenvolveu uma visão argumentada da autonomia da região do Sara.
A proposta marroquina estará concluida no fim do mês de Março de 2007. Trata-se "de pôr termo ao impasse actual e progredir para uma solução política", disse o Rei.
O Conselho reuniu-se em Rabat no início de Dezembro e, durante a sua segunda sessão, fez a análise do projecto de autonomia das províncias do Sul a fim de encontrar uma solução política definitiva para conflito.
"A proposta do projecto de autonomia está conforme as disposições da legalidade internacional incluindo as da autodeterminação", considerou Khalihenna Ould Errachid, Presidente do CORCAS, tendo precisado que se trata duma proposta que preserva a soberania marroquina sobre o Sara e garante os direitos políticos, socioeconómicos e culturais, de acordo com as normas internacionais.
Na sua opinião, os líderes da "Polisário" encontrar-se-ão de imediato num impasse político porque "eles não têm qualquer outra alternativa a propor às nossas populações". Numa recente entrevista à imprensa, o Sr. Khalihenna Ould Errachid afirmou que "O Sara vai continuar a ser marroquino na sua globalidade.
"O primeiro símbolo de soberania, são as relações directas com Sua Majestade, a garantia da unidade e das instituições, e o chefe supremo dos muçulmanos. Isto é fundamental. Em segundo lugar, há todos os atributos de soberania.
Agora, no que se refere aos os detalhes, estes vão ser alvo de debates durante as próximas semanas no Conselho. Vamos, deste modo, dar o nosso melhor contributo para preparar um projecto que esteja conforme a vontade real, o que Marrocos pretende fazer. Este projecto respeitará todas as especificidades do reino.
"Está fora de questão que se copie qualquer modelo. Vamos estabelecer um projecto que preserve os interesses fundamentais do Reino e que resolva este problema definitivamente. De resto, não será um projecto unicamente limitado a Marrocos, pois irá revolucionar a África e os países árabes e muçulmanos. Tanto mais que nunca houve nada de igual neste domínio. Isto vai criar uma jurisprudência a nível do continente".
Fontes:www.corcas.com
www.sahara-online.net
www.sahara-developpement.com
www.sahara-social.com
www.sahara-culture.com
www.sahara-villes.com
O Reino de Marrocos não fecha as portas a uma solução negociada para a questão do Sara. Já há vários anos que o Rei Mohamed VI e o seu governo multiplicam as iniciativas para responder de maneira construtiva aos apelos da ONU.
Em 6 de Novembro de 2006, no seu discurso, o Soberano reafirmou por esta abordagem, a vontade do Reino de integrar a proposta de autonomia num projecto global de uma sociedade democrática e moderna. Trata-se de um compromisso que foi reiterado várias vezes por Mohamed VI, após uma consulta geral na qual participaram os partidos políticos.
Instaurado em 25 de Março de 2006, o Conselho Real Consultivo para os Assuntos Sarianos (CORCAS), composto de 140 individualidades, tem por missão de dar o seu parecer sobre todas as questões relativas ao futuro da região. É um órgão federativo de todas as sensibilidades.
Na abertura da sua segunda sessão, cujos trabalhos se desenrolaram até ao dia 5 de Dezembro passado, o CORCAS desenvolveu uma visão argumentada da autonomia da região do Sara.
A proposta marroquina estará concluida no fim do mês de Março de 2007. Trata-se "de pôr termo ao impasse actual e progredir para uma solução política", disse o Rei.
O Conselho reuniu-se em Rabat no início de Dezembro e, durante a sua segunda sessão, fez a análise do projecto de autonomia das províncias do Sul a fim de encontrar uma solução política definitiva para conflito.
"A proposta do projecto de autonomia está conforme as disposições da legalidade internacional incluindo as da autodeterminação", considerou Khalihenna Ould Errachid, Presidente do CORCAS, tendo precisado que se trata duma proposta que preserva a soberania marroquina sobre o Sara e garante os direitos políticos, socioeconómicos e culturais, de acordo com as normas internacionais.
Na sua opinião, os líderes da "Polisário" encontrar-se-ão de imediato num impasse político porque "eles não têm qualquer outra alternativa a propor às nossas populações". Numa recente entrevista à imprensa, o Sr. Khalihenna Ould Errachid afirmou que "O Sara vai continuar a ser marroquino na sua globalidade.
"O primeiro símbolo de soberania, são as relações directas com Sua Majestade, a garantia da unidade e das instituições, e o chefe supremo dos muçulmanos. Isto é fundamental. Em segundo lugar, há todos os atributos de soberania.
Agora, no que se refere aos os detalhes, estes vão ser alvo de debates durante as próximas semanas no Conselho. Vamos, deste modo, dar o nosso melhor contributo para preparar um projecto que esteja conforme a vontade real, o que Marrocos pretende fazer. Este projecto respeitará todas as especificidades do reino.
"Está fora de questão que se copie qualquer modelo. Vamos estabelecer um projecto que preserve os interesses fundamentais do Reino e que resolva este problema definitivamente. De resto, não será um projecto unicamente limitado a Marrocos, pois irá revolucionar a África e os países árabes e muçulmanos. Tanto mais que nunca houve nada de igual neste domínio. Isto vai criar uma jurisprudência a nível do continente".
Fontes:www.corcas.com
www.sahara-online.net
www.sahara-developpement.com
www.sahara-social.com
www.sahara-culture.com
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